Competências Desenvolvidas no Call Center

14/09/2012 17:25

É do conhecimento de muitas pessoas, que o Call Center pode ser um ótimo ambiente para desenvolver habilidades e competências técnicas para a trajetória profissional.
Gostaria neste artigo de ressaltar três pontos que podem ser desenvolvidos na rotina diária de trabalho no atendimento telefônico como:
Comunicação Verbal – Muitas vezes até por questão cultural muitas palavras são pronunciadas de maneira incorreta, o que dificulta a compreensão do cliente no atendimento. O tele operador tem a possibilidade de desenvolver sua comunicação verbal para alcançar a excelência em seu trabalho, deixando gírias e costumes de lado e passa a interagir simplesmente de maneira clara e objetiva, porém adequada ao atendimento.
Trabalho Sobre Pressão – O atendimento ao cliente, a atenção dispensada na compreensão do problema, a busca por soluções rápidas, podem muitas vezes nos desgastar e interferir na qualidade do atendimento. Uma medida simples e prática é “respirar fundo” e resolver uma questão de cada vez, pois se pensarmos que o objetivo é que o cliente seja ouvido, compreendido, tenha uma resposta assertiva para a resolução da questão e fique satisfeito, criamos um fluxo em nossa rotina, o que facilita a administração das nossas atividades.
Controle Emocional – Relacionar-se com o outro pode ser um desafio diário, pois a cada ligação lidamos com diferentes problemas e pessoas que reagem de formas diferentes, o que faz com que cada atendimento seja único. Quando recebemos ligações de clientes que estão descontentes e preocupados podemos nos deparar com cenários estressantes, pois o cliente está irritado e busca uma solução rápida e eficaz para seu problema, e algumas vezes a solução não é aquela que ele busca, ou até mesmo não depende do tele operador.
Estas competências quando desenvolvidas, podem ser utilizadas não apenas no Call Center, como também em todas as outras áreas no mercado, com isso adquirimos não só a qualidade e excelência do nosso trabalho, como também a qualidade de vida.

Por Camilla Ortega, consultora da Luandre e divulgado no Blog da Bolsa